terça-feira, dezembro 19, 2006

Joseph Barbera

Fica aqui a minha homenagem


Esse desenho ganhou oscar em 1946

domingo, dezembro 10, 2006

Um dia memorável

Nas férias do ano passado fui fazer um turismo pela América do Sul. Nesta viagem coneci um país belíssimo, o Chile. Um país que possuí um povo maravilhoso que sofre do mesmo infortuino do que o nosso povo: ter como vizinhos os argentinos.

Pois bem, hoje, 10.12.2006, dia mundial dos direitos humanos, o mundo ganhou um grande presente: a morte do General Augusto Pinochet.

Responsável pela morte de milhares de chilenos e um dos mentores da operação condor, que matou milhares em vários países sulamericanos, deixou na data de hoje a sua maior contribuição a humanidade, sua morte.

Tive a oportunidade, durante a minha passagem pelo Chile, passando inclusive pela sua capital Santiago, de conversar com várias pessoas e nenhuma alma falou um ponto positivo sobre este assassino, muito pelo contrário, uma guia que tive em Santiago tinha perdido o irmão durante a ditadura chilena.

Como disse o Primo hoje pra mim no Msn: "É melhor ele gostar de dar o cu, porque a terça-feira no inferno vai ser complicada pra ele"!

Encerro este post com minha homenagem ao Chile e seu povo!

quinta-feira, outubro 19, 2006

domingo, outubro 15, 2006

Sobre greve e coletivismo

Quem me conhece sabe que esse blog poucas vezes, de repente até nunca, foi usado para expressão de sentimentos meus. Costumo guardar esse espaço para colocar coisas divertidas, que alegram os dias das pessoas que passam por aqui, apesar de serem poucas. Porém, vou alterar essa premissa apenas esta vez, porque tenho algo que está me incomodando muito, são 04:13 da manhã e eu preciso falar sobre isso. Então para ficar claro, o texto abaixo não foi escrito pelo Sr Cone, e sim pelo Celso.
Fato: o Banco do Brasil, e outras instituições financeiras, fizeram uma greve de 12 dias, se não me engano, em busca de um melhor reajuste para os bancários. A greve foi aderida por aproximadamente 60% dos bancários do Brasil, sendo que a maior taxa de adesão foi no Banco do Brasil e na Caixa Economica Federal, situação normal tendo em vista o controle do governo e estabilidade nessas instituições. Pois bem, na quarta-feira, dia 11/10/2006, os bancários de Brasília resolveram encerrar a greve, pois a adesão estava diminuindo e o movimento grevista acreditava que não conseguiria avançar nas negociações. Os bancários deveriam retornar ao serviço no dia útil seguinte, 13/10/2006 (sexta feira).
Agora, vamos avaliar algumas situações pós-greve. Existe um velho ditado que diz "Quem quer o bônus, tem que arcar com ônus", eu ouvi esse ditado pela primeira vez dos meus pais, e deve ser por isso que eu o levo tão a sério. Mas vamos ao que interessa: nós, bancários que fizemos greve arcamos com o ônus (desconto salarial, faltas não abonadas, compensação de horas da greve) para conseguirmos o bônus (no caso descrito 3,5% de reajuste e uma melhora na proposta de participação dos lucros), esse é o fluxo normal e aceitável. Mas e os pelegos? Eles recebem o bônus, não recebem? Mas por acaso eles arcam com o ônus?
Esse assunto não me incomodava anteriormente, já passei por quatro greves desde que me tornei bancário, porém o que me fez ficar assim esse ano, foram os comentários dos pelegos em relação a greve e que me fizeram mudar de atitude.
No meu ponto de vista, os pelegos não tem o direito de comentar a greve, seja positivamente ou negativamente, já que não participam da mesma. Não tem o direito de ficar feliz ou triste pelo fim do movimento, afinal, seja qual for o resultado, ele sempre sai ganhando. Ele fica lá bajulando o chefe, sim, bajulando porque qualquer razão que você possa apontar leva a essa (Exemplo: Se eu entrar em greve posso perder minha comissão que eu preciso pra sustentar minha familia, se você parar para analisar você está indo trabalhar, para bajular seu chefe, e ele não tirar sua comissão; eu não estou discutindo os meios e sim os fins), aguardando os outros se fuderem para que eles desfrutem dos mesmos benefícios. E se a greve não render nada, aos pelegos nada acontece, enquanto os grevistas continuam arcando com o ônus, e sendo mal vistos pela gerência.
Até agora eu enrolei, enrolei, mas não cheguei onde eu queria, no Coletivismo. Você pode ser a pessoa que mais sabe de um certo serviço, mas se você não pensa no Coletivo, você é um profissional de merda. Agora, se você é um cara que se engaja, que auxília o grupo na conquista de uma meta, você será um grande profissional e acima de tudo, obterá respeito de seus companheiros de trabalho.
Você não pode colocar um preço para seus ideais. Me orgulho de dizer que cumpri o que foi definido pela Assembléia dos Bancários de Brásilia, como também me orgulho de alguns amigos, como o Flávio, a Shirley e o Vivas, que não só participaram da greve no Rio, como também me ligavam para saber como estava a greve por aqui, do mesmo jeito que eu fazia com eles. Me orgulho também de um amigo pelego daqui de Brasília, ele trabalhou durante a greve, mas no primeiro dia de trabalho, no dia 13, foi falar com todos os grevistas, pessoalmente, pedindo desculpas por não ter participado, se justificando, agradecendo aos que fizeram greve e oferecendo auxílio a todos aqueles que precisarem para por o serviço em ordem. Essa é uma atitude decente.
Acho que com isso eu consigo desabafar o que estava entalado na minha garganta desde sexta-feira. Minha intenção foi expressar meus sentimentos. Eu estava a ponto de explodir e se o fizesse numa conversa ou num chat, iria ser grosso, chulo e certamente eu iria perder alguns amigos queridos nesse processo.
Beijos paras as meninas que leram esse post e saudações pro resto.
CELSO
PS1: Primo, eu sei que fatalmente você vai ler esse post, se você não entendeu alguma coisa me avisa que eu te explico.
PS2: Flavio sua bicha, se você vier a ler esse post você me deve uma tequila da copa!
PS3: São 04:50 da manhã, ou seja, eu levei mais tempo escrevendo esse post do que escrevendo minha redação do vestibular da UERJ.
PS4: Eu só usei dois palavrões o texto inteiro, um novo recorde

quinta-feira, outubro 12, 2006

domingo, setembro 17, 2006

segunda-feira, setembro 11, 2006

quarta-feira, julho 12, 2006

segunda-feira, julho 10, 2006

Diz Bastante

Making your way in the world today
Takes everything you've got;
Taking a break from all your worries
Sure would help a lot.
Wouldn't you like to get away?

All those night when you've got no lights,
The check is in the mail;
And your little angel
Hung the cat up by it's tail;
And your third fiance didn't show;

Sometimes you want to go
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
You want to be where you can see,
Our troubles are all the same;
You want to be where everybody knows your name.

Roll out of bed, Mr. Coffee's dead;
The morning's looking bright;
And your shrink ran off to Europe,
And didn't even write;
And your husband wants to be a girl;

Be glad there's one place in the world
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
You want to go where people know,
People are all the same;
You want to go where everybody knows your name.

Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;
Where everybody knows your name,
And they're always glad you came;

Azurra di Congratulazioni


Va te faire foutre bleus

sexta-feira, julho 07, 2006

quarta-feira, julho 05, 2006

BATO PALMAS!

PERDEU DE CABEÇA ERGUIDA. ENSINOU MUITOS BRASILEIROS COMO SE JOGA!

terça-feira, julho 04, 2006

É Amigo

1 ano

Taqui a prova

sexta-feira, junho 30, 2006

Como diriam os Ramones

ADIÓS AMIGOS!


E ainda choraram
Cayó con Alemania 4-2, después de que el alargue finalizara 1-1 con goles de Ayala y Klose. El arquero Lehmann detuvo las ejecuciones de Ayala y Cambiasso. El arbitraje del eslovaco Michel fue malo y perjudicó a la Selección. Los locales esperan al vencedor de Italia-Ucrania, que jugarán esta tarde en Hamburgo. (O Clarín)

sábado, junho 17, 2006

Acho que não preciso falar nada



O Brasil está mais sóbrio...

sexta-feira, junho 09, 2006

Peu palpite para a copa

Campeão

Vice :

3º :


e acho que o artilheiro será da :

Momento profético da copa (Jogos do Dia)

3 X 1


2 X 0

sábado, abril 29, 2006

quinta-feira, abril 20, 2006

terça-feira, abril 18, 2006

Anarquismo!

Vamos parar de ouvir a Oi FM, vamos ouvir a verdadeira Radio Cidade

segunda-feira, abril 17, 2006

terça-feira, abril 11, 2006

segunda-feira, abril 10, 2006

quinta-feira, abril 06, 2006

terça-feira, abril 04, 2006

Apuração

Porcão Rios - Flamengo -> 6
Estrela do Sul - Praia de Botafogo - > 6
Barra Brasa - Barra -> 3
Tourão - Barra -> 2
Estrela do Sul - Tijuca -> 2

A votação segue até sexta-feira dia 07/04 as 23:59:59

segunda-feira, abril 03, 2006

Cachaça também é cultura

O Corvo de Edgar Alan Poe

Numa meia-noite agreste, quando eu lia, lento e triste,
Vagos, curiosos tomos de ciências ancestrais,
E já quase adormecia, ouvi o que parecia
O som de algúem que batia levemente a meus umbrais.
"Uma visita", eu me disse, "está batendo a meus umbrais.
É só isto, e nada mais."

Ah, que bem disso me lembro! Era no frio dezembro,
E o fogo, morrendo negro, urdia sombras desiguais.
Como eu qu'ria a madrugada, toda a noite aos livros dada
P'ra esquecer (em vão!) a amada, hoje entre hostes celestiais -
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais,
Mas sem nome aqui jamais!

Como, a tremer frio e frouxo, cada reposteiro roxo
Me incutia, urdia estranhos terrores nunca antes tais!
Mas, a mim mesmo infundido força, eu ia repetindo,
"É uma visita pedindo entrada aqui em meus umbrais;
Uma visita tardia pede entrada em meus umbrais.
É só isto, e nada mais".

E, mais forte num instante, já nem tardo ou hesitante,
"Senhor", eu disse, "ou senhora, decerto me desculpais;
Mas eu ia adormecendo, quando viestes batendo,
Tão levemente batendo, batendo por meus umbrais,
Que mal ouvi..." E abri largos, franqueando-os, meus umbrais.
Noite, noite e nada mais.

A treva enorme fitando, fiquei perdido receando,
Dúbio e tais sonhos sonhando que os ninguém sonhou iguais.
Mas a noite era infinita, a paz profunda e maldita,
E a única palavra dita foi um nome cheio de ais -
Eu o disse, o nome dela, e o eco disse aos meus ais.
Isso só e nada mais.

Para dentro então volvendo, toda a alma em mim ardendo,
Não tardou que ouvisse novo som batendo mais e mais.
"Por certo", disse eu, "aquela bulha é na minha janela.
Vamos ver o que está nela, e o que são estes sinais.
"Meu coração se distraía pesquisando estes sinais.
"É o vento, e nada mais."

Abri então a vidraça, e eis que, com muita negaça,
Entrou grave e nobre um corvo dos bons tempos ancestrais.
Não fez nenhum cumprimento, não parou nem um momento,
Mas com ar solene e lento pousou sobre os meus umbrais,
Num alvo busto de Atena que há por sobre meus umbrais,
Foi, pousou, e nada mais.

E esta ave estranha e escura fez sorrir minha amargura
Com o solene decoro de seus ares rituais.
"Tens o aspecto tosquiado", disse eu, "mas de nobre e ousado,
Ó velho corvo emigrado lá das trevas infernais!
Dize-me qual o teu nome lá nas trevas infernais."
Disse o corvo, "Nunca mais".

Pasmei de ouvir este raro pássaro falar tão claro,
Inda que pouco sentido tivessem palavras tais.
Mas deve ser concedido que ninguém terá havido
Que uma ave tenha tido pousada nos meus umbrais,
Ave ou bicho sobre o busto que há por sobre seus umbrais,
Com o nome "Nunca mais".

Mas o corvo, sobre o busto, nada mais dissera, augusto,
Que essa frase, qual se nela a alma lhe ficasse em ais.
Nem mais voz nem movimento fez, e eu, em meu pensamento
Perdido, murmurei lento, "Amigo, sonhos - mortais
Todos - todos já se foram. Amanhã também te vais".
Disse o corvo, "Nunca mais".

A alma súbito movida por frase tão bem cabida,
"Por certo", disse eu, "são estas vozes usuais,
Aprendeu-as de algum dono, que a desgraça e o abandono
Seguiram até que o entono da alma se quebrou em ais,
E o bordão de desesp'rança de seu canto cheio de ais
Era este "Nunca mais".

Mas, fazendo inda a ave escura sorrir a minha amargura,
Sentei-me defronte dela, do alvo busto e meus umbrais;
E, enterrado na cadeira, pensei de muita maneira
Que qu'ria esta ave agoureia dos maus tempos ancestrais,
Esta ave negra e agoureira dos maus tempos ancestrais,
Com aquele "Nunca mais".

Comigo isto discorrendo, mas nem sílaba dizendo
À ave que na minha alma cravava os olhos fatais,
Isto e mais ia cismando, a cabeça reclinando
No veludo onde a luz punha vagas sobras desiguais,
Naquele veludo onde ela, entre as sobras desiguais,
Reclinar-se-á nunca mais!

Fez-se então o ar mais denso, como cheio dum incenso
Que anjos dessem, cujos leves passos soam musicais.
"Maldito!", a mim disse, "deu-te Deus, por anjos concedeu-te
O esquecimento; valeu-te. Toma-o, esquece, com teus ais,
O nome da que não esqueces, e que faz esses teus ais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Fosse diabo ou tempestade quem te trouxe a meus umbrais,
A este luto e este degredo, a esta noite e este segredo,
A esta casa de ância e medo, dize a esta alma a quem atrais
Se há um bálsamo longínquo para esta alma a quem atrais!
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Profeta", disse eu, "profeta - ou demônio ou ave preta!
Pelo Deus ante quem ambos somos fracos e mortais.
Dize a esta alma entristecida se no Éden de outra vida
Verá essa hoje perdida entre hostes celestiais,
Essa cujo nome sabem as hostes celestiais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

"Que esse grito nos aparte, ave ou diabo!", eu disse. "Parte!
Torna á noite e à tempestade! Torna às trevas infernais!
Não deixes pena que ateste a mentira que disseste!
Minha solidão me reste! Tira-te de meus umbrais!
Tira o vulto de meu peito e a sombra de meus umbrais!"
Disse o corvo, "Nunca mais".

E o corvo, na noite infinda, está ainda, está ainda
No alvo busto de Atena que há por sobre os meus umbrais.
Seu olhar tem a medonha cor de um demônio que sonha,
E a luz lança-lhe a tristonha sombra no chão há mais e mais,
Libertar-se-á... nunca mais!

Vi num blog

Minha area de trabalho:

Apuração - (Votação até sexta feira)

Porcão Rios - Flamengo - 5
Estrela do Sul - Praia de Botafogo - 5
Barra Brasa - Barra - 2
Tourão - Barra - 1
Estrela do Sul - Tijuca - 1

segunda-feira, março 27, 2006

Momento ócio total (Plágio)

Name:
Last name:
Name of a pet:
How old you are:
The place you lost virginity:
A bad habit of yours:
Your favorite fruit or vegetable:
Your favorite food:
Your favorite drink:
Your favorite animal:
Your favorite color:
Favorite place:
Favorite band:
A movie:
Your mood:
Hapiness is:
Love is:
Your world is: